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What the F**K is Social Media
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O Livreiro
Desde o dia 15 de junho, não sou mais repórter da Trip. Mas para a saudade não bater forte, deixei o blog do urbanaque por lá.
Agora, vamos ao título do post. Para estrear como redator publicitário (ou produtor de conteúdo) aqui na agência de marketing de guerrilha Espalhe, fiquei responsável por escrever os roteiros e acompanhar as gravações para a ação de lançamento da rede social O Livreiro.
Viagens relâmpago para o Rio de Janeiro e 10 filmes gravados e editados em 15 dias. O resultado compensou tamanho esforço.
Alguns dos vídeos você pode ver abaixo:
Os outros vídeos estão no canal oficial de O Livreiro no Youtube.
Já a explicação de toda a ação desenvolvida pela Espalhe, você pode ler no Blog de Guerrilha.
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Tags: Arthur Veríssimo, flip, livros, Marcello Serpa, marketing de guerrilha, o livreiro, Publicidade, rede social, retrato falado
TV TRIP – Sem Patrão
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Tags: bandas, entrevista, Hurtmold, indie, Maurício Takara, música, música independente, perfil, Revista Trip, São Paulo Underground, sem patrão, Trip, TV Trip
Fenômeno do cerrado
O grupo Móveis Coloniais de Acaju mostra que está além de ser o novo Los Hermanos

Enquanto as 5 mil pessoas se divertiam no lotado Centro Comunitário da UnB (Universidade de Brasília), o Móveis Coloniais de Acaju trabalhava duro para que a 10ª. Edição do Festival Móveis Convida, que aconteceu no dia 3 de abril, continuasse animada e organizada até a hora em que subiriam ao palco.
“Cara, isso aqui está uma loucura. Está sendo a edição em que mais pessoas da banda estão envolvidas na produção”, diz Fabrício Ofuji, integrante do Móveis. O grupo é formado por André Gonzáles (voz), BC (guitarra), Beto Mejía (flauta transversal), Eduardo Borém (gaita cromática, escaleta e teclados), Esdras Nogueira (sax barítono), Fabio Pedroza (baixo), Paulo Rogério (sax tenor), Gabriel Coaracy (bateria) e Xande Bursztyn (trombone). Qual dos oito instrumentos musicais do grupo Ofuji toca? Nenhum. Ele organiza, coordena, planeja e administra a empresa/banda Móveis Coloniais. Depois das poucas palavras, o samurai candango corre para o backstage. Enquanto isso, o Black Drawing Shalks (GO), um dos convidados da noite, se acabava no palco sob os olhares atentos do vocalista do Móveis, André Gonzáles, que acompanhava tudo da mesa de som.
[LINK PARA O TEXTO NA ÍNTEGRA]: http://revistatrip.uol.com.br/exclusivas/fenomeno-do-cerrado.html
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Tags: bandas, festival, indie, Móveis Coloniais de Acaju, música, música independente, reportagem, Revista, Revista Trip
Sangue nobre
Roqueiro e empreendedor, Fabrício Nobre é o nome por trás da Monstro Discos e Abrafin
[Estreia das "Paginas Negras do Site" com o Diabo Bacon Fabrício Nobre. Com certeza uma das entrevistas mais legais que eu tive o prazer de fazer.]

Da esq. para a dir., Ana e Gabi, os dois amores de Fabrício Nobre
Poucos sabem, mas é do centro do país que um Bacharel em Direito movimenta a cena musical independente do país. Aos 30 anos, Fabrício Nobre nunca exerceu seu curso de formação. Preferiu usar sua “nerdice” para se especializar em produção musical. “Meu irmãos são acadêmicos, mestres. Minha irmã mais nova é psicóloga em Granada (Espanha) e meu irmão mais novo é biólogo na Austrália. Minha nerdice me levou pro lado errado [risos]. Aprendi a fazer outras coisas”. Essas “coisas” que Nobre faz são nada menos do que administrar o maior selo independente do país, a Monstro Discos, fundar a Abrafin (Associação Brasileira de Festivais Independentes) e produzir dois festivais em Goiânia, o Festival Bananada e o Goiânia Noise Festival, além de tocar ao lado de sua banda, o MQN.
Nascido e criado em Goiânia (GO), Fabrício de Almeida Nobre começou sua carreira em produção musical por necessidade de colocar o seu Melhor do Que Nada (MQN) para tocar, gravar e lançar discos, “acho fundamental no trabalho que eu faço hoje a experiência que tive com o MQN. Se eu não tivesse uma banda, não sentisse a necessidade de fazer tudo para que ela tocasse e gravasse, eu não teria aprendido a produzir discos e shows. É a boa lição do punk, do it yourself”, diz o goiano que hoje divide suas horas entre a empresa, banda e família, “depois que a Ana nasceu, diminui bastante o ritmo dos shows. Se eu falar que diminui o ritmo das viagens, vou apanhar da minha esposa em casa [risos]. Mas por culpa da Abrafin, viajo bastante, e se já tinha medo de entrar em um avião, agora eu morro de medo”.
Outra coisa que poucos sabem é que a verdadeira paixão de Fabrício Nobre não é a música, e sim, a gastronomia, “a música era meu hobby há 5 anos, hoje é meu trabalho. A coisa que mais me dá prazer é comer, e isso é um problema, porque eu estou gordo pra caralho. Gosto de tudo com bacon. Salada com bacon, feijão com bacon. Não tem nada com bacon que fica ruim”. Não é toa que o vocalista do MQN é conhecido como Diabo Bacon. “Mas tem que tomar cuidado, porque bacon mata o cara [risos]”, diz Nobre. Prestativo e sem preguiça, Fabrício Nobre faz questão de colocar a hospitalidade goiana em tudo o que faz. Assim, ele conquista cada vez mais amigos que de alguma maneira acabam ajudando o despretensioso projeto iniciado quando tinha 17 anos a crescer cada vez mais, “eu tenho excelentes parceiros. E tem pessoas que falam que a Abrafin é a Associação Brasileira dos amigos do Fabrício. E eu tenho culpa de ter amigos melhores do que os outros?”.
Quando foi que você desvirtuou para o rock?
Quando eu comecei o lance da banda. Acho fundamental no trabalho que eu faço hoje a experiência que tive com o MQN. Se eu não tivesse uma banda, não sentisse a necessidade de fazer tudo para que ela tocasse e gravasse, eu não teria aprendido a produzir discos e shows. É a boa lição do punk, do it yourself. Outra coisa que influenciou também foi viver na minha cidade e ver bandas como o Mechanics lançando discos, gravando, fazendo shows do caralho. Eu pensava, “pô, o cara é meu vizinho, tosco pra caralho e está tocando. Então eu posso fazer isso também”.
[LINK PARA O TEXTO NA ÍNTEGRA]: http://revistatrip.uol.com.br/exclusivas/sangue-nobre.html
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Tags: bandas, entrevista, Fabrício Nobre, festival, indie, música, música independente, Revista, Revista Trip
Ecko Factory
Traduzir e adaptar o conteúdo do site gringo Ecko Manufacturing: Hot Jeans Made By Hot Girls. Não foi tão simples assim criar piadas de duplo sentido, mas o resultado você pode conferir em EckoFactory.com.br

Ecko Factory.com.br
Cliente: Ecko Unltd.
Agência: TheBrands’Company
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