26Nov09

20Ago09


O Livreiro

06Jul09

Desde o dia 15 de junho,  não sou mais repórter da Trip.  Mas para a saudade não bater forte, deixei o blog do urbanaque por lá.

Agora, vamos ao título do post. Para estrear como redator publicitário (ou produtor de conteúdo) aqui na agência de marketing de guerrilha Espalhe, fiquei responsável por escrever os roteiros e acompanhar as gravações para a ação de lançamento da rede social O Livreiro.

Viagens relâmpago para o Rio de Janeiro e 10 filmes gravados e editados em 15 dias.  O resultado compensou tamanho esforço.

Alguns dos vídeos você pode ver abaixo:


Os outros vídeos estão no canal oficial de O Livreiro no Youtube.

Já a explicação de toda a ação desenvolvida pela Espalhe, você pode ler no Blog de Guerrilha.



O grupo Móveis Coloniais de Acaju mostra que está além de ser o novo Los Hermanos

Móveis Coloniais de Acaju

Enquanto as 5 mil pessoas se divertiam no lotado Centro Comunitário da UnB (Universidade de Brasília), o Móveis Coloniais de Acaju trabalhava duro para que a 10ª. Edição do Festival Móveis Convida, que aconteceu no dia 3 de abril, continuasse animada e organizada até a hora em que subiriam ao palco.

“Cara, isso aqui está uma loucura. Está sendo a edição em que mais pessoas da banda estão envolvidas na produção”, diz Fabrício Ofuji, integrante do Móveis. O grupo é formado por André Gonzáles (voz), BC (guitarra), Beto Mejía (flauta transversal), Eduardo Borém (gaita cromática, escaleta e teclados), Esdras Nogueira (sax barítono), Fabio Pedroza (baixo), Paulo Rogério (sax tenor), Gabriel Coaracy (bateria) e Xande Bursztyn (trombone). Qual dos oito instrumentos musicais do grupo Ofuji toca? Nenhum. Ele organiza, coordena, planeja e administra a empresa/banda Móveis Coloniais. Depois das poucas palavras, o samurai candango corre para o backstage. Enquanto isso, o Black Drawing Shalks (GO), um dos convidados da noite, se acabava no palco sob os olhares atentos do vocalista do Móveis, André Gonzáles, que acompanhava tudo da mesa de som.
[LINK PARA O TEXTO NA ÍNTEGRA]: http://revistatrip.uol.com.br/exclusivas/fenomeno-do-cerrado.html


Sangue nobre

19Abr09

Roqueiro e empreendedor, Fabrício Nobre é o nome por trás da Monstro Discos e Abrafin

[Estreia das "Paginas Negras do Site" com o Diabo Bacon Fabrício Nobre. Com certeza uma das entrevistas mais legais que eu tive o prazer de fazer.]

Nobre e seus dois amores, Gabi e Ana

Da esq. para a dir., Ana e Gabi, os dois amores de Fabrício Nobre

Poucos sabem, mas é do centro do país que um Bacharel em Direito movimenta a cena musical independente do país. Aos 30 anos, Fabrício Nobre nunca exerceu seu curso de formação. Preferiu usar sua “nerdice” para se especializar em produção musical. “Meu irmãos são acadêmicos, mestres. Minha irmã mais nova é psicóloga em Granada (Espanha) e meu irmão mais novo é biólogo na Austrália. Minha nerdice me levou pro lado errado [risos]. Aprendi a fazer outras coisas”. Essas “coisas” que Nobre faz são nada menos do que administrar o maior selo independente do país, a Monstro Discos, fundar a Abrafin (Associação Brasileira de Festivais Independentes) e produzir dois festivais em Goiânia, o Festival Bananada e o Goiânia Noise Festival, além de tocar ao lado de sua banda, o MQN.

Nascido e criado em Goiânia (GO), Fabrício de Almeida Nobre começou sua carreira em produção musical por necessidade de colocar o seu Melhor do Que Nada (MQN) para tocar, gravar e lançar discos, “acho fundamental no trabalho que eu faço hoje a experiência que tive com o MQN. Se eu não tivesse uma banda, não sentisse a necessidade de fazer tudo para que ela tocasse e gravasse, eu não teria aprendido a produzir discos e shows. É a boa lição do punk, do it yourself”, diz o goiano que hoje divide suas horas entre a empresa, banda e família, “depois que a Ana nasceu, diminui bastante o ritmo dos shows. Se eu falar que diminui o ritmo das viagens, vou apanhar da minha esposa em casa [risos]. Mas por culpa da Abrafin, viajo bastante, e se já tinha medo de entrar em um avião, agora eu morro de medo”.

Outra coisa que poucos sabem é que a verdadeira paixão de Fabrício Nobre não é a música, e sim, a gastronomia, “a música era meu hobby há 5 anos, hoje é meu trabalho. A coisa que mais me dá prazer é comer, e isso é um problema, porque eu estou gordo pra caralho. Gosto de tudo com bacon. Salada com bacon, feijão com bacon. Não tem nada com bacon que fica ruim”. Não é toa que o vocalista do MQN é conhecido como Diabo Bacon. “Mas tem que tomar cuidado, porque bacon mata o cara [risos]”, diz Nobre. Prestativo e sem preguiça, Fabrício Nobre faz questão de colocar a hospitalidade goiana em tudo o que faz. Assim, ele conquista cada vez mais amigos que de alguma maneira acabam ajudando o despretensioso projeto iniciado quando tinha 17 anos a crescer cada vez mais, “eu tenho excelentes parceiros. E tem pessoas que falam que a Abrafin é a Associação Brasileira dos amigos do Fabrício. E eu tenho culpa de ter amigos melhores do que os outros?”.

Quando foi que você desvirtuou para o rock?
Quando eu comecei o lance da banda. Acho fundamental no trabalho que eu faço hoje a experiência que tive com o MQN. Se eu não tivesse uma banda, não sentisse a necessidade de fazer tudo para que ela tocasse e gravasse, eu não teria aprendido a produzir discos e shows. É a boa lição do punk, do it yourself. Outra coisa que influenciou também foi viver na minha cidade e ver bandas como o Mechanics lançando discos, gravando, fazendo shows do caralho. Eu pensava, “pô, o cara é meu vizinho, tosco pra caralho e está tocando. Então eu posso fazer isso também”.

[LINK PARA O TEXTO NA ÍNTEGRA]: http://revistatrip.uol.com.br/exclusivas/sangue-nobre.html


Ecko Factory

19Abr09

Traduzir e adaptar o conteúdo do site gringo Ecko Manufacturing: Hot Jeans Made By Hot Girls.  Não foi tão simples assim criar piadas de duplo sentido, mas o resultado você pode conferir em EckoFactory.com.br

Ecko Factory.com.br

Ecko Factory.com.br

Cliente: Ecko Unltd.
Agência: TheBrands’Company


Trip pede para João Wainer atualizar  os registros fotográficos da cidade de São Paulo feitos por  Aurélio Becherini

Rua Libero Badaró: em 1912-13

Rua Libero Badaró, em 1912-13

“Bondes, carroças e uma praça da Sé sem catedral. Imagens que há muito tempo não fazem mais parte do cotidiano do paulistano compõem uma exposição no Centro Cultural São Paulo para celebrar os 455 anos da cidade.

A homenagem da Trip vem pelas lentes do fotógrafo João Wainer. Pedimos para ele fazer a versão atual das fotos do italiano Aurélio Becherini, considerado o primeiro fotojornalista da cidade.

No início da década de 1910, Becherini foi contratado pelo então prefeito Washington Luís para registrar a transformação da cidade colonial em uma metrópole moderna. A exposição do CCSP resgata a memória fotográfica de Becherini com uma seleção dos melhores registros do fotógrafo que trabalhou nos jornais O Estado de São Paulo, Correio Paulistano e Jornal do Comércio.

“Quem anda na rua em São Paulo tem que conhecer o trabalho de Aurélio Becherini” – João Wainer

Rua Libero Badaró, em 2009

Rua Libero Badaró, em 2009

Além da exposição, a editora Cosac Naif lança o livro Aurélio Becherini, com 140 imagens que registram a cidade entre 1900 e 1930.

A transformação que Becherini foi pautado para registrar não parou, como as fotografias de Wainer mostram. “O que eu mais gostei deste trabalho foi tentar ententer o olhar de um fotógrafo de 100 anos atrás, refazer os ângulos, usar a mesma lente e perceber que várias coisas que ele fez naquela época não são mais possíveis porque ou tem prédio na frente, um poste, ou não tem o recuo necessário”, conta Wainer. “A Praça da Sé foi o lugar que mais me impressionou porque nas fotos ainda não existia a catedral, e uma foto super parecida que eu consegui fazer do mesmo ângulo do Aurélio foi a do Mosteiro de São Bento.”

[LINK PARA O TEXTO NA ÍNTEGRA]: http://revistatrip.uol.com.br/173/sp/home.htm